quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

De Milo para os Homens

(Tradução com permissão do autor. Assista ao debate completo, em Inglês, aqui.)
"Eu quero me dirigir aos homens na audiência, me desculpem madames, eu amo vocês, mas isto é para os meninos. A pergunta colocada diante de nós hoje foi se nós alcançamos uma era de igualdade de gêneros. Eu não creio que sim. Nós fomos longe demais com a igualdade de gêneros, e muito, e os homens de sua geração serão as vítimas primárias desta era. No ensino fundamental você experimentará um sistema que luta contra meninos. Suas provas serão primariamente modulares, e não lineares, um sistema que favorece meninas. Seus professores tentarão controlar seu comportamento impetuoso ou diagnosticá-lo como uma doença, marcando você como um “jovem delinqüente” pelas suas travessuras ou como “bullying” a sua conversa agressiva típica de um adolescente. Provocação é, afinal, como homens criam vínculos entre si.
Suas semelhantes do sexo feminino serão encorajadas a cada passo de sua jornada educacional. Elas serão incentivadas a seguir carreira em Ciência e Tecnologia. Elas receberão – em abundância, de fato – auxílios e presentes e prêmios e encorajamento. E quando elas finalmente se candidatarem para tais empregos, você será discriminado, pois ela é uma garota e você não. Você não receberá nada. Não existem programas de assistência para homens. A sugestão de se criar um Escritório de Assuntos Masculinos na Universidade de York foi recebida com risadas pelo sindicato estudantil. Na Universidade, você será informado de que você é um estuprador em potencial, e que será obrigado a assistir a aulas sobre consentimento. Seu amor e afeição natural pelas mulheres serão neutralizados. Você terá de fazer uma escolha impossível; suprimir o seu interesse romântico natural pelas mulheres, ou arriscar uma acusação de estupro ou de assédio sexual. E se você tentar lutar contra esse ambiente injusto e hostil, você será perseguido por turbas raivosas de lunáticos politicamente corretos, assim como que pelo pleno poder da mídia.
Quando os seus estudos terminarem, você entrará em um mercado de trabalho que está contra você. Empresas são pressionadas de todas as formas a contratar mulheres, e você estará em uma desvantagem de 2 para 1 se a sua carreira é na área de Ciência e Tecnologia, e potencialmente pior nas outras. E se você conseguir o emprego, apenas uma acusação de um comentário inapropriado, ou mesmo uma alegação de tal, sem qualquer prova, pode destruir a sua carreira para sempre.
Apesar de tudo isso, eu não estou preocupado com você, por que você é homem. Os obstáculos incalculáveis, intoleráveis, impossíveis colocados diante de você estão aí precisamente para serem superados. E superá-los é o que homens fazem de melhor. É da natureza do homem continuar lutando contra as chances impossíveis. Fazemos isso na guerra, fazemos isso em todo tipo de coisas, e faremos isso aqui. Por toda a sua educação, você foi alimentado com uma visão horrível do que o homem fez através dos séculos. Você foi ensinado que os homens brancos e heterossexuais são piores que os Nazistas. Você não terá sido ensinado nada de bom sobre o seu sexo, a sua raça ou a sua orientação sexual, mas eu vou contar a você uma coisa boa, e é essa: se o Patriarcado existe, mulheres deveriam ser gratas. Foi o que nos levou ao espaço, o que constrói estradas, o que construiu a Internet, o que protege e provê para as mulheres. Se ele existe, graças a Deus que existe! Com sua força e determinação, homens domesticaram o selvagem. Homens construíram cidades e as muralhas ao redor. Eles construíram os prédios em que estamos. A sua curiosidade nos levou a explorar os oceanos, a sua engenhosidade nos permitiu alcançar a Lua. E sempre que o Feminismo se levanta e tenta ridicularizar vocês, diminuir vocês pelo que vocês são e, vocês sabem... É interessante, tipo, eu ia dar um discurso nesta universidade, certo, e eu fui chamado por uma interlocutora de “troll”, e ela disse que iria diminuir a instituição me receber. Quando ela falou sobre um artigo no Sunday Times por um jornalista respeitado, ela tentou demonizá-lo embora ele não esteja aqui para se defender. Ela disse: “Martin Daubney é uma pessoa desagradável”. Martin Daubney é um amigo íntimo meu. Ele é uma pessoa fantástica. Ele passou os últimos cinco anos da vida dele lutando em prol dos direitos dos homens e meninos. Mas, isto é o que elas fazem. Não prestem atenção a isso. Não dê-em ouvidos a isso.
Nós não estamos em uma era de igualdade de gêneros. Mulheres brancas heterossexuais no Ocidente são a classe mais privilegiada que existiu em toda a história da espécie humana. Mas ficaremos bem." - Milo Yiannopolous, Novembro de 2015.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

A Parábola do Bom Marxista

(Original por Vox Day aqui. Tradução e livre adaptação por Leahn Novash.)

Um homem estava indo pela estrada de Jerusalém a Damasco quando foi atacado por assaltantes. Eles roubaram de tudo, até mesmo suas roupas, o espancaram e o deixaram ali semi-morto.

Uma petista que ia pela mesma estrada viu o homem, passou pelo outro lado da estrada, dizendo a si mesma que alguém já devia ter chamado o SAMU, ou a polícia. Ela se sentiu muito mal sobre o que aconteceu e então tirou uma foto do homem e mandou no grupo do WhatsApp para todas as suas amigas, onde elas comentaram sobre o assunto, e pelo resto do dia ela foi o centro das atenções.

Um peessedebista passou pela mesma estrada e viu o homem, passou pelo outro lado, dizendo a si mesmo que se o homem precisava de ajuda, que procurasse o SUS. Provavelmente ele votou no PT, e se o PT não fosse corrupto, o dinheiro dos altos impostos que ele pagava seriam mais do que suficientes para que fosse atendido em um hospital público. Ele tirou uma foto e foi pelo seu caminho pensando em qual legenda ele iria colocar na foto para dizer que aquilo tinha sido culpa da Dilma.

Mas um Marxista, viajando, passou pelo homem, e quando o viu, reconheceu imediatamente isso como sendo um problema causado pelo racismo, sexismo e homofobia institucionalizados existentes na cultura patriarcal opressora de minorias brasileira, e ficando com pena dos assaltantes que foram forçados por uma sociedade injusta a roubar para sobreviver, convidou-os para viver em uma casa que estava para alugar em seu bairro, e então iniciou uma campanha no Facebook para arrecadar donativos para pagar pela alimentação, aluguel e despesas dos assaltantes.

Quando as casas na vizinhança começaram a ser assaltadas quando as pessoas não estavam em casa, os carros roubados, os muros pichados, e os assaltantes começaram a formar gangues e vender drogas nas escolas, o Marxista disse a todos que eles eram vítimas da sociedade, que devíamos lembrar que eles eram humanos e tinham direitos, que eles deviam se envergonhar de seus privilégios de brancos opressores (mesmo quando muitos deles nem mesmo eram brancos) e que tinham uma obrigação moral de compensar aquelas pessoas por todos os atos cruéis praticados pelos brancos contra os negros durante a história de nosso país (mesmo quando muitos dos assaltantes nem mesmo eram negros).

Eventualmente, aqueles que podiam se mudar, incluindo o próprio Marxista, se mudaram para bairros menos violentos, ou condomínios fechados,

O que aconteceu ao homem que foi assaltado, ninguém sabe. É apenas estatística.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Padrões de Beleza Através dos Tempos

Em artigo publicado na data de 10 de Janeiro de 2007, no site de notícias da BBC do Reino Unido, o Doutor Devendra Singh disse o seguinte:
A hipótese histórica comum das ciências sociais tem sido a de que os padrões de beleza são arbitrários, determinados unicamente pela cultura e nos olhos de quem vê. 
A descoberta de que os escritores descrevem uma cintura fina como beleza sugere ao invés disso que essa parte do corpo - um marcador conhecido de saúde e fertilidade - é uma característica central da beleza feminina que transcende diferenças étnicas e culturais.