(Original por Vox Day aqui. Tradução e livre adaptação por Leahn Novash.)
Um homem estava indo pela estrada de Jerusalém a Damasco quando foi atacado por assaltantes. Eles roubaram de tudo, até mesmo suas roupas, o espancaram e o deixaram ali semi-morto.
Uma petista que ia pela mesma estrada viu o homem, passou pelo outro lado da estrada, dizendo a si mesma que alguém já devia ter chamado o SAMU, ou a polícia. Ela se sentiu muito mal sobre o que aconteceu e então tirou uma foto do homem e mandou no grupo do WhatsApp para todas as suas amigas, onde elas comentaram sobre o assunto, e pelo resto do dia ela foi o centro das atenções.
Um peessedebista passou pela mesma estrada e viu o homem, passou pelo outro lado, dizendo a si mesmo que se o homem precisava de ajuda, que procurasse o SUS. Provavelmente ele votou no PT, e se o PT não fosse corrupto, o dinheiro dos altos impostos que ele pagava seriam mais do que suficientes para que fosse atendido em um hospital público. Ele tirou uma foto e foi pelo seu caminho pensando em qual legenda ele iria colocar na foto para dizer que aquilo tinha sido culpa da Dilma.
Mas um Marxista, viajando, passou pelo homem, e quando o viu, reconheceu imediatamente isso como sendo um problema causado pelo racismo, sexismo e homofobia institucionalizados existentes na cultura patriarcal opressora de minorias brasileira, e ficando com pena dos assaltantes que foram forçados por uma sociedade injusta a roubar para sobreviver, convidou-os para viver em uma casa que estava para alugar em seu bairro, e então iniciou uma campanha no Facebook para arrecadar donativos para pagar pela alimentação, aluguel e despesas dos assaltantes.
Quando as casas na vizinhança começaram a ser assaltadas quando as pessoas não estavam em casa, os carros roubados, os muros pichados, e os assaltantes começaram a formar gangues e vender drogas nas escolas, o Marxista disse a todos que eles eram vítimas da sociedade, que devíamos lembrar que eles eram humanos e tinham direitos, que eles deviam se envergonhar de seus privilégios de brancos opressores (mesmo quando muitos deles nem mesmo eram brancos) e que tinham uma obrigação moral de compensar aquelas pessoas por todos os atos cruéis praticados pelos brancos contra os negros durante a história de nosso país (mesmo quando muitos dos assaltantes nem mesmo eram negros).
Eventualmente, aqueles que podiam se mudar, incluindo o próprio Marxista, se mudaram para bairros menos violentos, ou condomínios fechados,
O que aconteceu ao homem que foi assaltado, ninguém sabe. É apenas estatística.
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