(English version below)
O mundo de 2099 era um lugar muito confuso. A queda dos EUA por volta do do meio do século seguido da 3ª Guerra Mundial resultou em um mundo diferente do que era no início do século 21. As pessoas olhavam para trás, naqueles anos, como dias mais simples, mesmo quando esses tempos eram tão complicados, se não mais, mas aqueles dias estavam no passado e estes eram agora. O terrorismo era galopante, infra-estrutura vital era mantida segura por exércitos com uma vigilância ostensiva e perene, mas todo o resto era alvo. A imprensa livre não existia mais devido ao medo de represálias de uma variedade de grupos terroristas, religiosos e políticos igualmente, e exceto por notícias patrocinadas pelo governo, selecionadas e politicamente motivadas, ninguém sabia muito do que estava acontecendo ao redor do mundo além do seu próprio bairro. Diante de tais circunstâncias sombrias, muitos começaram a se perguntar quem poderia defendê-los?
Existe uma coisa que as pessoas não sabem sobre deuses. Elas retiram muita do seu poder a partir de seus adoradores, eles são realmente feitos da própria fé. Devido a isso, a sua própria existência e definição decorre da forma como os seus adoradores os vêem. Pode-se citar o exemplo do Cupido. Uma vez reconhecido como a própria essência do amor em si, mas no início do século 21 ele era mais comumente lembrado como um bebê nu, com pequenas asas e arco que atirava setas do coração que faziam as pessoas se apaixonarem umas com os outras. Se adoradores de uma deidade a vissem como nada mais do que desenho animado infantil, ele poderia tornar-se até isso.
Até que alguém encontre evidência de algo mais.
Tudo começou a mudar quando um adolescente encontrou um martelo de plástico amarelo.
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The world of 2099 was quite a messy place. The fall of the USA near the middle of the century followed by the World War III resulted in a world unlike what it was in the beginning of the 21st century. People looked back at those years as simpler days, even though those times were just as complicated, if not more, but those were in the past and this was now. Terrorism was rampant, vital infrastructure was kept safe by armies with an ostensible and perene vigilance but everything else was very much fair game. Free press was no more due to fear of reprisal from a multitude of terrorist groups, religious and political alike, and except for selected and politically motivated government sponsored news, nobody knew much of what was happening around the world farther than their own city block. Faced with such bleak circumstances, many began to wonder who could possibly defend them?
There is one thing that people do not know about gods. They derive much of their power from their worshipers, they are actually made of faith itself. Because of this, their very existence and definition stems from the way their worshipers see them. One could cite the example of the Cupid. Once recognized as the very essence of love itself, by the beginning of the 21st century he was mostly remembered as a naked baby with little wings and bow that shot heart arrows that made people fall in love with each other. If a deity's worshipers saw it as nothing more than a children's cartoon, it could become even that.
Until someone finds evidence of something more.
It all began to change when a teenager found an yellow plastic hammer.
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